quarta-feira, 12 de outubro de 2011

fui criança e não tive
Iphone
WiiPlay3iPadDSIXbox. Eu brincava de esconde-escondeverdade ou consequênciapega-pega, só ia para casa quando escurecia. Minha mãe não me ligava no
celular, só gritava: PRA DENTRO! Vivia ralado e esfolado . Brincava com amigos, descalço, na areia, no
barro e não usava sabonete antibacteriano. Na escola me apelidavam de tudo e eu
apelidava também, e ninguém sofria de "bullying"
Que infância boa!
Cole no seu perfil se vc já tomou água da mangueira e sobreviveu...
Saudade disso tudo! 
:D


quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Te puedo Escuchar - Anahí ♫


Se que tus alas se quedan conmigo
Que desde el cielo tu abrazo es mi abrigo
Ángel divino me cuidas del mal
Se que camino con tu compañía
Que con tu voz se me encienden los días
Aunque tu puerta hoy este mas allá
Te puedo escuchar
Guardo el aire de tu risa que me da felicidad
Te recuerdo muy cerca mio compartiéndome tu paz
Tanta alegría daba verte
Quererte no se olvida, aun me llueven lagrimas

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Existe magia pra quem acredita. Existe mudança pra que está disposto à amadurecer. Existe confiança pra quem tem medo de seguir em frente. Existe superação pra quem se encontra “preso” ao passado. Na verdade, existe um novo mundo lá fora, que só te faria bem. 

sábado, 24 de setembro de 2011

Eu não apenas há amo como tenho uma enorme necessidade de te-lo presente em minha vida, assim como o ponteiro do relógio se movimenta lentamente, sinto uma lamina afiada me corroendo por dentro, quase uma abstinência absurda que me deixa insatisfeita e com uma vontade desconhecida de ir atras mesmo sem saber o caminho, de abrir uma porta, e te abraçar, te abraçar com força, te prender ao meu peito e adormecer. Passo vários dias constantemente angustiada, olhando pra aquele objeto que conta o movimento da terra, esperando pelo por do sol que vai mudar toda minha vida, e trazer com o vento você pra perto.

O tempo muda, as flores surgem, mas tudo aqui dentro continua frio como nos invernos mais rigorosos. Os olhos brilham, tristes, e as lágrimas escapam, aos pouquinhos. Ainda consigo sorrir, fingir, e seguir em frente, mesmo que cambaleando. Eu sempre estou aqui, sempre estive. Minhas mãos estão abertas para os abraços. Meus sorrisos estão prontos para escapar, se isso também puder te fazer sorrir. Eu sempre estou pronta pra ouvir. Mas ninguém me escuta. Ninguém me vê. Ninguém aceita os meus abraços meio doidos e desajeitados. E quando eu tento consolá-los, ninguém para. Ninguém vê. Ninguém escuta. E continuam dizendo que não têm ninguém por perto. Chega disso. Eu sei, sim, que tem gente aqui, pra mim. Só não tenho coragem de dizer a eles o que me atormenta, pois sei que nenhum deles seria capaz de compreender. Por isso me calo, e ardo, e espero. E tento ajudar os outros do jeito que posso. Mas ninguém quer falar, ninguém quer tentar, ninguém está aberto. Se fecham, e continuam pedindo ajuda. Mas não posso adivinhar. Ainda não consigo ler pensamentos… E, por incrível que pareça, faço o mesmo. Não tenho coragem de dizer. E meu coração dói, e meus dedos dos pés estão machucados. O sorriso no meu rosto é falso. E as minhas mãos nunca se cansam de escrever, de formular ideias, de procurar por um consolo qualquer em meio a um monte de palavras que, em mente, tornam-se praticamente seres vivos. Isso me agrada. A escrita. O alívio. O problema é que tudo torna-se somente temporário. Não posso escrever durante todo o tempo. Por isso penso nele, e naquele jeito de me fazer rir, de qualquer forma. E na minha vontade de fazê-lo rir, agora mesmo. Mas ele não deixa. E dói. Arde. E machuca. E começa tudo de novo. E eu escrevo. E eu tento. Tento, consigo, mas depois passa. E volta, com ainda mais força. Voltam também as minhas quase-lágrimas - pois penso que nem elas têm coragem de escapar. Só resta o vazio de dias escuros, esperando pelo nascer do sol que possa por mim ser visto e admirado. Só resta uma esperança tênue, querendo crescer dentro de mim, mas sem espaço. A dor e a escuridão, unidas, roubam-lhe cada pequena parte do território que deveria ser seu. E ele, de certa forma, toma também mais do que deveria tomar. E arde. Aqui dentro de mim já não cabe. Uma hora eu sei que não vai ter mais jeito: tanta dor, receio, medo e angústia precisarão sair de mim. Na forma de lágrimas.